AMAZONA (Bruna Orellana)



Uma jovem cientista botânica, deixa Nova Capital com um grupo de pesquisadores rumo a Amazônia. Lá ela descobre estar grávida. No acampamento no meio da floresta, uma animal feroz ataca e ela foge. Entra em trabalho de parto sozinha e perdida. Desesperada tenta voltar e desmaia enfraquecida. Por sorte é encontrada por uma mulher indigena que a leva até sua tribo. São as Iacambais, uma tribo de amazonas guerreiras, que se acredita ser apenas um mito local. A criança nasce e a mãe não sobrevive ao parto. As Iacambais decidem criar a bebê. 
Com o passar dos anos ela torna-se uma aprendiz de destaque. Desperta ciúmes entra as outras e uma dúvida nas anciãs. Bruna, que decidiu usar o nome que sua mãe escolheu pouco antes de morrer, após todos os testes e ritos de passagem, se torna enfim uma Amazona Guerreira. Esses rituais místicos lhe deram força e reflexos ampliados, além de ganhar as armaduras feitas pelas caprichosas Amazonas Ferreiras. Uma empresa madeireira de Nova Capital esta devastando a floresta ilegalmente e ameaça sua tribo. 
Bruna decide ir até lá para impedir que isso aconteça. A empresa se situa na Vila Novo Acre, diferente das outras do Setor Industrial, que esta ali apenas para explorar a população carente e analfabeta. Amazona percebe também ilegalidades em Nova Capital que vão além das ameaças á sua tribo. Decide por lá ficar e lutar contra essas opressões.

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